sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Exportações da indústria gaúcha crescem 21% em janeiro, #AtualidadesPolíticasdoRS: www.facebook.com/groups/amigos.rs/


A Fundação de Economia e Estatística do Rio Grande do Sul (FEE) divulgou nesta quinta-feira (20) o desempenho das exportações gaúchas, que corresponde a US$ 1,1 bilhão, representando um aumento de US$ 41,6 milhões em relação ao mesmo mês do ano anterior. O resultado foi superior ao observado pela média nacional (0,4%), com o volume exportado (-14,6%) bastante inferior ao registrado no país (3,6%). 

As exportações da indústria de transformação apresentaram um aumento de US$ 181,4 milhões (21,1% em valor, -8,6% em volume e crescimento de 32,5% em preços), enquanto as exportações agropecuárias recuaram US$ 119,8 milhões (-84,5% em valor, -82,4% em volume e -11,7% em preços).
Dentre os principais produtos exportados pela agropecuária, destaca-se a queda de US$ 126,3 milhões das vendas de trigo (-96,6% em valor, -96,6% em volume e 0,0% em preços).

Conforme o economista da FEE e coordenador do Núcleo de Indicadores Conjunturais, Adalberto Neto, o crescimento do Estado foi superior ao nacional devido, fundamentalmente, ao crescimento das exportações industriais, com destaque para o farelo de soja, principalmente porque o setor de alimentos esteve negativo no ano de 2013, o que pode estar sinalizando um ano bom para o Estado.
"O crescimento expressivo é um indicador de um desempenho positivo para a indústria, e o alimentício, que é o principal do Estado. Janeiro é um mês de pouca exportação, e o valor atingido pelo Rio Grande do Sul foi positivo, já que aumentamos a participação nas exportações nacionais".

Na indústria de transformação houve o acréscimo de US$ 114,0 milhões nas exportações de produtos alimentícios (47,1% em valor, 54,2% em volume e redução de 4,6% em preços), de US$ 58,1 milhões nas de produtos derivados de petróleo (29.468,6% em valor, 31.121% em volume e -5,3% em preços) e de US$ 23,7 milhões nas de máquinas e equipamentos (30,5% em valor, 24,4% em volume e 4,9% em preços). O aumento nas exportações de alimentos é explicado, principalmente, pelo crescimento de US$ 116,5 milhões nas vendas de farelo de soja (483,9% em valor, 537,1% em volume e -8,3% em preços).

No que diz respeito aos principais destinos das exportações do Estado, destacam-se os aumentos de US$ 53,6 milhões (140,7%) nas vendas para o Paraguai, de US$ 31,9 milhões (25.057,6%) nas dirigidas à Eslovênia, de US$ 30,6 milhões (1.756,7%) naquelas para a Índia, e de US$ 29,0 milhões (111,2%) à Alemanha.
No mês, o Estado ocupou a quinta posição nas exportações nacionais, com uma participação de 6,72%, abaixo de São Paulo (24,13%), Minas Gerais (16,24%), Rio de Janeiro (9,81%) e Pará (8,21%).

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Empresa de torres para parques eólicos investirá R$ 76 milhões em Guaíba. Participe do #AtualidadesPolíticasdoRS: www.facebook.com/groups/amigos.rs/


O Governo do Estado e a Engebasa Mecânica e Usinagem assinaram na manhã desta quarta-feira (19), um protocolo de intenções de investimentos de R$ 76 milhões para a implantação de uma fábrica de torres metálicas para parques eólicos, em Guaíba. Serão 230 empregos diretos, sendo mais de 80% profissionais altamente especializados, além de 85 empregos indiretos.

Segundo o diretor-presidente, José Quina Diogo, a nova fábrica entrará em operação no segundo trimestre de 2014 e os investimentos podem ultrapassar R$ 80 milhões. A planta tem área total de 147.327 metros quadrados e 20.777 metros quadrados de área construída, com capacidade de produção de 300 torres/ano, superando a capacidade atual de produção em Cubatão - sede da companhia - que é de 168 torres de aço por ano, com alturas de 65 metros, 78 metros e 100 metros.

"Este é um importante investimento para o Rio Grande do Sul, pois a empresa compra equipamentos do Estado e abre vagas qualificadas no mercado de trabalho", afirmou o governador Tarso Genro. "O projeto faz parte do Programa RS Eólica e, por estar integrado à cadeia produtiva, fortalece esta importante fonte de energia, que possui baixo impacto ambiental. Destacamos ainda o adensamento tecnológico na economia gaúcha", disse o secretário de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (SDPI), Mauro Knijnik.

Energia eólica no RS 
Por ser uma energia limpa e pelo potencial do Rio Grande do Sul na oferta de ventos, a energia eólica foi definida como um dos 23 setores estratégicos da Política Industrial. Sua competitividade em relação a outras fontes de energia vem melhorando substancialmente, e o RS oferece condições naturais excelentes para a sua viabilização.

Hoje, o Rio Grande do Sul conta com 469 MW instalados em 16 parques eólicos, sendo um ainda em construção. Isso faz com que o Estado reúna condições atrativas para a instalação de novos parques e, em consequência, para o estabelecimento de empresas fabricantes de máquinas e equipamentos da cadeia produtiva, bem como para prestadores de serviços especializados (engenharia, logística, montagem e manutenção).

O crescimento mundial de energia eólica e o potencial eólico brasileiro (143 GW para ventos acima de 7m/s e altura de 50 metros) têm apontado para um cenário de grandes perspectivas para o setor. Nas mesmas condições, o potencial eólico do RS, em terra firme, é de 15,8 GW.

Sobre a Engebasa
A Engebasa foi fundada em 1971, em Cubatão (SP), e idealizada para apoiar o desenvolvimento industrial a partir de serviços de fabricação, fornecimento, manutenção, reparo e modernização de equipamentos das indústrias siderúrgicas. Nesse segmento, seus principais clientes são Usiminas, CSN, CST, Gerdau, Siemens-VAI, Copebrás, Valefértil, entre outros. Em 2008, diversificou seus negócios e passou a atuar no segmento de fabricação de torres eólicas. A partir de 2014, contará com a nova unidade no sul do país.

Hoje, a empresa é responsável por mais de 35% da produção nacional de torres eólicas. Com a nova unidade, a empresa passará a atender uma maior parcela da demanda no país e iniciar a exportação destas torres. A fábrica em Guaíba possui localização estratégica: próxima ao Porto de Rio Grande, com 291 quilômetros de distância e também das fronteiras do Uruguai (289 quilômetros) e Argentina (628 quilômetros). Atualmente, os principais clientes da companhia na área de fabricação de torres eólicas são Gamesa, Impsa, Wobben, Alstom e Suzlon. 

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

A mídia não mostra: Obras da Penitenciária de Canoas estão 65% concluídas


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  • Trabalhos concentram-se na fase de construção de alvenaria estrutural
A Penitenciária Estadual de Canoas I deve ser entregue à sociedade gaúcha em 25 de abril, prazo inicialmente previsto no projeto. Conforme informações atualizadas nesta terça-feira (18), na plataforma de monitoramento colaborativo dos projetos estratégicos do Governo do Estado, o De Olho nas Obras, 65% das obras estão concluídas e os trabalhos agora concentram-se na fase de construção de alvenaria estrutural com lajes pré-moldadas, para depois dar início ao acabamento.

A página traz ainda um registro em vídeo do progresso dos trabalhos e relato do engenheiro e fiscal da obra, Rongi Goldani, sobre os entraves, a situação atual do projeto e as etapas subsequentes.

Com 5.302,28m² e capacidade para 393 detentos em regime fechado, a Penitenciária de Canoas deve desafogar o Presídio Central e contribuir para sua desativação. A obra teve início em 29 de julho de 2013, e toda a edificação é construída em blocos pré-moldados, tecnologia que, além de agilizar a obra, é cerca de 20% mais econômica do que os métodos tradicionais de construção. Os recursos são do Governo do Estado com financiamento pelo BNDES. 

Aprovados pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), empréstimos para estados seguem para o Plenário

Aprovados pela CAE, empréstimos para estados seguem para o Plenário

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Da Redação

Gleisi Hoffman (PT-PR) negou má vontade do governo para viabilizar empréstimo ao Paraná
A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou, nesta terça-feira (18), dois pedidos de autorização para contratação de operação de crédito externo em favor de estados, no montante de US$ 260 milhões.
O de maior valor, US$ 200 milhões, destina-se ao Rio Grande do Sul. O dinheiro, que será emprestado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), vai ajudar a melhorar o equilíbrio fiscal. O relator foi o senador José Pimentel (PT-CE), que se manifestou favoravelmente.
A outra operação, no valor de US$ 60 milhões, será assinada entre o BID e o Paraná. Os recursos serão usados no Programa Integrado de Inclusão Social e Requalificação Urbana – Família Paranaense. O relatório favorável, do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), foi lido na reunião anterior da CAE pelo senador Cyro Miranda (PSDB-GO).
Durante a discussão da matéria, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) negou qualquer tratamento discriminatório do governo federal ao Paraná, cujo governador, Beto Richa, é do PSDB. De acordo com a parlamentar, que foi ministra da Casa Civil até janeiro, o pedido do Paraná foi analisado e encaminhado ao Senado em menos de 30 dias.
Já o senador Alvaro Dias (PSDB-PR) disse que há discriminação ao estado e citou como exemplo a dificuldade de obter recursos do Programa de Apoio ao Investimento dos Estados e Distrito Federal (Proinveste). O objetivo dessa iniciativa é aumentar a capacidade de investimento dos estados e do Distrito Federal para viabilização de despesas de capital.
Por decisão da comissão, os dois pedidos seguiram em regime de urgência para deliberação do Plenário do Senado.

Estado recebe mais 56 profissionais do programa Mais Médicos Acompanhe noticias e participe do debate: www.facebook.com/groups/amigos.rs/


A secretária estadual da Saúde, Sandra Fagundes, participou, nesta segunda-feira (17), da recepção a mais 56 profissionais do programa Mais Médicos que chegaram ao Estado. Os médicos são diplomados fora do país e integram o terceiro ciclo do programa, com nacionalidades uruguaia, mexicana, argentina, portuguesa e brasileira.
Os profissionais seguem agora para a semana do acolhimento, como está sendo chamada. Nesse período, que será até o dia 27 deste mês, o grupo receberá informações e terá palestras sobre o funcionamento da saúde pública no Rio Grande do Sul.
"Quero dar as boas-vindas e dizer que o Governo do Estado está de portas abertas para recebê-los. Cada município conta com a ajuda desses médicos e somos parceiros neste programa", afirmou Sandra Fagundes, que fez questão de ouvir cada um dos profissionais, que se apresentaram e contaram um pouco de sua trajetória.

Após a capacitação sobre as políticas estaduais da Atenção Básica, Rede Cegonha, DST/Aids, Saúde Mental e equidades, os médicos irão para os municípios de Alegrete, Tramandaí, Bagé, Canguçu, Arambaré, entre outros. Eles se juntam aos 411 médicos que já atuam no Rio Grande do Sul pelo programa.

Conforme previsto em lei, os médicos são selecionados para atuar no programa durante três anos. Nesse período, os profissionais formados no exterior terão registro profissional emitido pelo Ministério da Saúde, que lhes dará o direito de atuar exclusivamente na Atenção Básica das cidades a que forem designados, com acompanhamento de tutores e supervisores. Além disso, todos os profissionais fazem especialização em Atenção Básica, oferecida pela Universidade Aberta do SUS (Una-SUS) na modalidade de educação à distância.

ReforçoO programa terá ainda o reforço de novos profissionais cubanos provenientes da cooperação com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), ainda sem a confirmação do quantitativo por Estado. Os 2 mil médicos cubanos desembarcam no Brasil em janeiro em Brasília, Fortaleza e São Paulo, onde vão cursar o módulo de acolhimento e avaliação. A aprovação no módulo é obrigatória para receber o registro que autoriza a atuação no Brasil durante o programa.

Texto: Guilherme Dexheimer

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Somos o que não presta? Ariane Leitão é secretária Estadual de Políticas para as Mulheres. Acompanhe no grupo: www.facebook.cogrm/oups/amigos.rs/

Diante das declarações proferidas publicamente pelos deputados federais gaúchos Luis Carlos Heinze e Alceu Moreira, durante audiência pública da Câmara dos Deputados, sobre demarcação de terras indígenas e quilombolas, com notório teor violento e discriminatório — “quilombolas, índios, gays e lésbicas são tudo que não presta” — manifesto, através deste artigo, minha indignação.
A história social dos direitos humanos é narrada a partir das lutas de diferentes povos com objetivos comuns: a conquista de sua dignidade e liberdade. Na medida em que a população mobilizada percebia que só assim direitos poderiam ser garantidos, a humanidade conviveu com revoltas e manifestações impulsionadas por ideais igualitários. Temas como raça, etnia, gênero, condição social, religião ou orientação sexual estiveram no centro mobilizador desta história.
Analisando a formação da sociedade brasileira, percebemos que também fazemos parte deste processo conflituoso em busca da universalidade dos direitos. A herança escravocrata, machista, patriarcal e fortemente religiosa, influencia o comportamento contemporâneo no país e aponta desafios para os setores atingidos por séculos de exclusão, violência e preconceito. As lutas pelos direitos à terra, à liberdade em relação ao seu próprio corpo e sexualidade, ou ainda ao respeito pela sua raça e cultura, infelizmente não são temas pacíficos no debate nacional, embora contemos com avanços legais e de políticas públicas, especialmente na última década.
No Rio Grande do Sul, estamos empenhadas em difundir ações comprometidas com a promoção da igualdade. Por isso, é inadmissível que fiquemos inertes frente ao bombardeio de posturas preconceituosas e autoritárias divulgadas recentemente, protagonizadas por agentes públicos. Abusando do poder que lhes foi conferido pelas urnas, demonstraram sua visão opressora, de superioridade em relação à sua condição social sobre as demais.
Enquanto trabalhamos pela afirmação de direitos raciais e de gênero, como exemplo a utilização da linguagem inclusiva de gênero, instituída recentemente pelo Governo do Estado ou a aplicação de conteúdos da Lei Maria da Penha e do Estatuto da Igualdade Racial nas seleções públicas, ainda nos deparamos com a incitação ao ódio, à violência e ao racismo. Ações, passíveis de denúncia, defendidas por quem deveria rechaçá-las. É inaceitável que, os mesmos que mantém um posicionamento primitivo sobre direitos humanos sejam pagos com dinheiro público e sirvam aos interesses de pequenas parcelas privilegiadas pelo status quo, financiadas através de campanhas eleitorais milionárias
O revoltante episódio envolvendo deputados federais gaúchos, representantes da bancada ruralista, comprova que a ideologia calcada nas piores heranças de nossos antepassados seguem firmes e fortes Rio Grande e Brasil afora: subjugação, exploração e opressão. Diante da afirmação supracitada, é notória a imposição de padrões culturais que dividem a população e consequentemente cerceiam pessoas de direitos. O modelo social que violenta e discrimina mulheres, a classe trabalhadora, negros, índios, a população LGBT, e tantos outros setores populares, não nos serve, não nos representa, deve ser combatido.
A garantia de maior participação destes mesmos setores discriminados na vida política do país, estados e municípios permanece como grande objetivo a ser perseguido e urgentemente conquistado. O atual sistema eleitoral brasileiro beneficia a criação de feudos fundamentalistas que comprometem a avanço civilizatório necessário ao nosso país. A criminalização da lesbofobia e da homofobia, a descriminalização do aborto, a taxação das grandes fortunas, o arquivamento de projetos como estatuto do nascituro e da família e especialmente, a votação de uma reforma política com lista paritária e a extinção do financiamento privado nas campanhas eleitorais, representam iniciativas que contribuem para mudanças políticas, sociais e culturais. Corroboram ideias emancipatórias e libertárias. Estas iniciativas, por óbvio, não tem apoio das bancadas fundamentalistas.
Por fim, defendemos a ampla divulgação pelos meios de comunicação e redes sociais, como forma de publicizar posturas que incitem a barbárie social, como as aqui denunciadas. Contribuindo com a responsabilização dos envolvidos e para que, assim, tais episódios não voltem a se repetir.
Afinal, se trabalhar a favor da igualdade, do respeito à pluralidade e por uma convivência pacífica entre todos os seres humanos é estar no grupo de pessoas que “não prestam”, sim, com orgulho podemos dizer: NÓS SOMOS O QUE NÃO PRESTA!
Ariane Leitão é secretária Estadual de Políticas para as Mulheres

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Ministério da saúde: Into identifica alteração genética na junção de fraturas Participe do #AtualidadesPolíticasdoRS www.facebook.com/groups/amigos.rs/

Pessoas que sofrerem fraturas e têm dificuldades para se recuperar poderão ser beneficiadas com cirurgias menos invasivas. Esta é a conclusão de uma pesquisa realizada peloInstituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into). O estudo identificou que muitas pessoas têm uma predisposição genética capaz de interferir na consolidação de fraturas. De acordo com o coordenador de ensino e pesquisa do Into, João Guimarães, conhecendo a origem real da dificuldade de recuperação, será possível oferecer intervenções bem menos agressivas.
"Esses dois genes, quando estão alterados, podem gerar mais fibrose. Aí o osso não cola ou então quando o outro que tem que gerar osso não está bem ativado ele acaba não formando o que precisa. Então se você conseguir detectar se esses pacientes têm uma alteração genética, é possível dar outra conduta, usar células-tronco ou usar proteínas morfogenéticas. Existe uma série de opções que se abrem, na medida em que você consegue entender a real causa daquele osso não ter colado”, afirma Guimarães.
A pesquisa do Into mostrou ainda que a injeção de células-tronco também poderá ser uma possibilidade para recuperar a fratura de um paciente, conforme explica o pesquisador. "Consegui injetar uma quantidade maior de células naqueles ossos que não colaram. Porque isso também foi outro achado, pacientes que receberam mais células consolidaram mais e a quantidade de células depende da medula óssea de cada paciente." A expectativa é que em poucos anos o uso de células-tronco para a consolidação de fraturas possa ser oferecido em larga escala no SUS.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Aplicação de recursos em saúde é a maior da história do RS. Acompanhe no #AtualidadesPolíticasdoRS: www.facebook.com/groups/amigos.rs/


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  • Com o aumento do orçamento, o Governo amplia a oferta de serviços básicos de saúde
O ano fiscal de 2013 fechou com uma conquista importante para os gaúchos: a aplicação em Saúde alcançou o maior percentual de toda a história da gestão pública do Estado. Contabilizados os gastos totais em Saúde, que incluem inativos, o percentual aplicado chega a 12,3% da Receita Líquida de Impostos e Transferências (RLIT), com R$ 2,8 bilhões - e bem acima da média de aplicação do período 2007-2010, que foi de 7,4%. Em relação a 2012, o incremento foi de 43% (R$ 842,7 milhões). Excluindo-se os inativos da conta, o índice chega a 11,4% da RLIT. Houve recorde também em valores: R$ 2,6 bilhões.
Educação
O Governo do Estado também obteve avanços expressivos em duas áreas eleitas como prioridade: educação e segurança pública. No caso da Educação, a atual gestão aplicou 31,19% da RLIT, frente a 30% em 2012. Foram aplicados R$ 7,1 bilhões na área contra R$ 6,1 bilhões do ano anterior (valores nominais).
Segurança
Na Segurança Pública houve incremento de R$ 348,1 milhões nos valores aplicados no ano anterior, totalizando R$ 2,5 bilhões. Em valores corrigidos, este Governo alcançou, em 2013, crescimento de 27,8% sobre a média do período 2007-2010.
Investimentos
O Governo do Estado finalizou o ano com R$ 1,4 bilhão em investimentos, utilizados, principalmente, para construções de rodovias e segurança pública, entre outras obras de infraestrutura. Em valores corrigidos, houve evolução de 25,2% sobre a média do período 2007-2010.

Arrecadação
Sem aumentar impostos, o governo elevou a arrecadação do ICMS em 12,6% (maior crescimento do Sul e do Sudeste), somando R$ 24 bilhões. "Este incremento demonstra o acerto da política fiscal, cujo objetivo é estimular a economia, sempre com vistas a ampliar a competitividade gaúcha, ao crescimento da arrecadação, à geração de emprego de qualidade e à agregação de valor aos nossos produtos", explica Tonollier.
Déficit Previdenciário
A Previdência apresentou elevação de R$ 400 milhões (5,6%) no seu déficit. Este foi amenizado pelo crescimento da arrecadação das contribuições previdenciárias em 2013, enquanto que o aumento do déficit de 2012 sobre 2011 foi de 17,9%.
Precatórios e RPVs 
Em 2013, o Rio Grande do Sul pagou R$ 1,1 bilhão em Precatórios e Requisições de Pequeno Valor (RPVs). Este valor representa três vezes a média do montante pago no período 2007-2010.

Considerações finais
O Balanço de 2013 reflete a política do Governo de qualificação da Saúde, da Educação e da Segurança Pública. Estas duas últimas dependentes de melhorias salariais, já ocorridas, cujos efeitos nas contas estão demonstradas no resultado. A saúde, que além de pessoal do Estado tem forte participação de instituições privadas e de prefeituras, recebeu o maior aumento de recursos chegando a 46% em relação ao ano anterior e 94% em relação ao último Governo e certamente a qualquer outro governo da história do RS.

O déficit ficou bem abaixo das estimativas, na casa de R$ 1,394 bilhão, e o resultado primário foi positivo em R$ 624 milhões (número que representa as receitas menos despesas, excluindo operações de crédito e pagamento de dívida). Por fim, o resultado não deixa de refletir a crise estrutural do Estado expressa pelo seu déficit previdenciário, pela dívida e também pelo crescimento desordenado das despesas com sentenças judiciais.
Texto: Tamara Hauck

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Nota sobre situação do Presídio Central. Acompanhe: #AtualidadesPolíticasdoRS www.facebook.com/groups/amigos.rs/


03 de Janeiro de 2014 às 15h20min
     O Governo do Estado do Rio Grande do Sul, por meio da Secretaria da Segurança Pública (SSP), considerando as recomendações da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), ligada à Organização dos Estados Americanos (OEA), compartilha das mesmas preocupações com relação à situação do Presídio Central de Porto Alegre. Desde o início da atual gestão, o governo trabalha para resolver esse problema histórico. O Presídio Central, com capacidade para 2.069 presos, hoje tem 4.470 detentos.
Acabar com a superlotação da casa prisional é uma das principais metas do Governo. De 2011 até 2013, foram ocupadas 1.581 novas vagas no regime fechado. Até o final de março deste ano, serão disponibilizadas as 500 novas vagas da Penitenciária Modulada Estadual de Montenegro. Ao todo, na atual gestão, serão criadas 6.340 novas vagas em regime fechado.
Com relação à integridade dos internos do Presídio Central, o trabalho do Governo do Estado já apresentou resultado efetivo: entre 2011 e 2013 não houve nenhum homicídio no estabelecimento. No mesmo período, o número de mortes decorrentes de problemas de saúde foram 15, contra 47 entre 2008 e 2010.
O número de óbitos ainda é considerado elevado e o objetivo do Governo é, com o fim gradual da superlotação, preservar ainda mais vidas. Há uma equipe formada por 37 profissionais de saúde, de diversas especialidades, que atende 24 horas.
Sobre a prevenção de incêndios, foram instalados hidrantes em toda a área do presídio e extintores em pontos estratégicos. O local ainda conta com uma brigada de combate a incêndio.
A mobilização de entidades em prol da garantia dos direitos básicos dos detentos é louvada pelo Governo. A situação do Presídio Central de Porto Alegre será resolvida até o final de 2014.

Novas vagas prisionais em regime fechado em 2014:
LOCAL
NÚMERO DE VAGAS
PREVISÃO DE OCUPAÇÃO
Penitenciária Modulada Estadual de Montenegro
500
Março/2014
Penitenciária Estadual de Venâncio Aires
529
Abril/2014
Penitenciária Modulada Estadual de Charqueadas
250
Julho/2014
Penitenciária Estadual de Canoas I
393
Setembro/2014

Penitenciária Estadual de Guaíba
672
Novembro/2014
Penitenciária Estadual de Canoas II, III, IV
2.415
Dezembro/2014
TOTAL
4.759
Dezembro/2014

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Policiamento Comunitário atenderá 40% da população de Rio Grande. Participe do Debate #AtualidadesPolíticasdoRS


Equipe começa atuação nesta quinta-feira; projeto atende 11 núcleos distribuídos em bairros de risco
Rio Grande recebe 11 núcleos de Polícia Comunitária.
A cerimônia aconteceu em frente ao Paço Municipal (Foto: Marcus Maciel - DP)
A cerimônia aconteceu em frente ao Paço Municipal (Foto: Marcus Maciel - DP)
“Nenhuma cidade tem policiamento suficiente. Precisamos é de criatividade em gestão.” A declaração é do secretário de Segurança Pública do Estado, Airton Michels, durante solenidade de oficialização do Policiamento Comunitário. Dispondo de 11 núcleos, Rio Grande é o segundo município com maior número destes grupos atendendo 40% da população. “Com estas ações, a cidade irá se desenvolver. Número de efetivo não é prioridade”, avalia Michels.
A cerimônia aconteceu em frente ao Paço Municipal, nesta quarta-feira. Durante a solenidade, o prefeito Alexandre Lindenmeyer (PT), destacou que tem como meta contemplar a segurança de 100% dos bairros periféricos. Com a segurança em pauta, um dos assuntos abordados pelo líder do Executivo foi a implantação de 30 câmeras de videomonitoramento na cidade. “Até os primeiros meses de 2014 teremos novo equipamento.” De acordo com ele, será realizado ajuste nas 19 câmeras já distribuídas na zona central - o material não possui armazenamento superior a três dias.
Entre as autoridades presentes, participou do ato de oficialização do projeto de Polícia Comunitária, o comandante-geral da Brigada Militar, coronel Fábio Duarte Fernandes, que também colocou em evidência a importância do videomonitoramento em Rio Grande. Em relação à insuficiência no número de reforço humano, ressaltou: “Necessitamos de efetivo. Em 2014, será aberto concurso para mais dois mil policiais”.
O projeto
Caxias do Sul foi a primeira a receber o Policiamento Comunitário, até então, inédito no Brasil. Segundo levantamento, no município, os índices foram reduzidos em 22 dos 30 indicadores de insegurança, no período de um ano. Entre as ocorrências que mais tiveram queda estão os furtos e arrombamentos a residências, que baixaram de 303 para 192, e o roubo a pedestre, que caiu de 468 para 385.
Funcionamento
As equipes de Policiamento Comunitário estão sendo inseridas nos bairros mais violentos de Rio Grande para neutralizar os crimes. Cada grupo contará com quatro profissionais, quatro bicicletas, uma viatura, armamento e equipamentos de segurança. Baseado na prevenção, o projeto pressupõe que o policial crie uma identificação social com o local onde atua. Está prevista integração entre os núcleos de policiamento comunitário para combater a eventual migração do crime de determinado bairro para outro.Foto: Polícia Comunitária em Rio Grande.Foto: Daqui a pouco, Rio Grande recebe 11 núcleos de Polícia Comunitária.